domingo, 3 de abril de 2011

Priscilinha...


Priscilinha...
Sabe quando o teu lábio toca...
Ao som frenético de gemidos,
Num baile de boca a boca...
No pescoço, queixo e ouvidos?
Saiba que não há desejos sem malícias
E que por vezes a gente se segura,
Na iniciação de mil e uma carícias
Escapando da censura!
Quando se trata de amor, não há limite!
Às vezes por ele ou por ela imposta...
Mas aqui deixo o meu palpite,
Como controlar mordidas no seio, no ombro e nas costas?
 Ah! Morena Priscila...
Com sua voz encantadora
Sei que o seu amor hoje oscila...
Mesmo com o seu poder de sedutora!
Seu brilho ilumina o meu caminho
Minha vida e meu coração
Quero tratá-la com carinho!

Ser só ouvidos e lhe dar minha atenção!
Menina você é uma miragem
 No deserto da minha solidão...
Quero decifrar cada tatuagem
E amá-la nessa sua imensidão!
De uma real beleza
Que não consigo descrever,
Você é um presente da realeza
Que quem perdeu, outra não irá ter!
Ah! Priscilinha se hoje eu rezo
É pelo fato de não estar ao meu alcance!
E é por isso que a Deus eu peço...
Que você me dê uma chance!
                                                       Autor: Osny S. Alves

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Um dia perguntaste-me: 
Como que eu escrevia...
Então a ti eu disse: 
Que era sobre tudo o que eu via!
Escrevo tudo que vejo... 
E o que me passam sem perceber
Sentimento, detalhes, desejo... 
E o que vejo ponho a escrever!
Perguntaste-me sobre redação, 
Respondi: isso sim eu consigo escrever!
Ainda mais coisas do coração... 
Mas não te preocupe e não precisas temer!
Porque escrevo com muita lisura... 
Sobre encantos e muitas carícias
Em alguns fujo da censura! 
Outros da malícia!
Oh adorável senhora! 
Sou assim mesmo, eu penso...
E se um dia eu vir que choras! 
Também te concedo um lenço.
Desse jeito eu sou! 
Desde que me conheço por gente!
E esse dom ao tumulo levar eu vou... 
Pelo dever cumprido e sorridente.
Conheço as escritas do corpo! 
E da linguagem corporal...
Mas não escrevo segredos de outro... 
Por ser tão surreal
Escrevo da vida e sua beleza! 
Por estar aí para se ver...
Escrevo da mãe natureza! 
De sua suntuosidade e seu poder!
E então respondida à pergunta... 
Indago: tu desejas mais algo saber?
Dizendo tu: Repita! 
Novamente volto a dizer.

(OSA)

São Paulo Da Garoa!



 Sinto saudade
Quando venho do Embu
Minha são Paulo que cidade
É a minha Istambul

Loja de moveis e imóveis
 E barracas de pasteis
Esfiha aberta, automóveis
Casas de pau e de aluguéis

E assim se vive
Nesta cidade 
E sobrevive
E quando sai sente saudade.

Só não tem feira na segunda
Tem bazar, mercado, boteco e “sacolão”
Tem bancário miséria e fartura
Não tem canto melhor com essa estrutura

 São Paulo que amanhece todo dia...

Ô freguesia
Tem Fettuccine risoto e ravióli
Kafta, Kebab, Tahina,
Que agonia
Tem sushi sashimi e camarão
Viaja o mundo sem sair do mercadão.
...
Tem tomate fresco aqui
Carambola... tem amora e umbu
Tem chuchu, tem pescada e caqui
Nesta cidade tem Ceasa, e correio tem metrô.

Minha São Paulo
Um dia quer ser é presidente
E da caiana dar um caldo
No suor de toda essa gente.

Não quer ser
Deputada ou senadora
Vem me eleger
Gente cansada e sofredora
  
Tem gente que vem de longe,
Vem lá do norte para trabalhar
E aqui hoje
Vem à morte espantar.

Já espantou a fome
A tristeza e a solidão
Vem aqui homem
Seu voto é meu já ta na mão.

Isto é são Paulo...

Não tem diploma,
Dinheiro ou estudo
Mas fala idiomas,
É marmiteira faz um tudo.
São Paulo que amanhece todo dia...

Não há rotina
Que se possa entediar,
Eu sou São Paulo
Acordada noite e dia estou sempre a governar!

São Paulo que amanhece todo dia...

(Alves, Osny de Souza)

Minha Atriz



Você é a flor mais linda
Que eu amo
É minha mis na avenida
Sorria... Que eu gamo!
Você é minha querida
Incendeia...
E no mar da minha vida
É Sereia...

Você flor me faz feliz
Com seu jeito de ser
É minha deusa, minha atriz
Do jeito que sempre sonhei viver

É a minha obra prima
Que me ganhou
Dos seus pais e minha rima
Sim conquistou...
Laçou-me de um jeito
Que sempre diz
E hoje mora em meu peito
Assim eu quis.

Alves, Osny de Souza. 

LAVRAS- GERAIS!



Olho para as colinas
Cada morro, cada serra,
Onde a água desce cristalina
Pelas rochas desta terra!
Que encantas aos visitantes
Que por esta terra passa!
Com seus brados verdejantes
E seu horizonte em plena graça.
Conhecida pelos Ipês
Que emanam pelos teus campos,
És linda como vês...
E nos apaixona por teus encantos!
Perambulando caminhavas
Certo visitante por teus jardins,
Quando deu por si se achou em Lavras
Cidade do ouro e dos rubis!
Que exala Universidades
Como pedras preciosas,
É a mais linda das cidades
E de todas... A mais charmosa!
Os teus meninos correm pelas ruas
Iluminados pelo saber, sob castiçais,
Suas escolas são feito broas
Na cultura de Minas Gerais!
Entre os “uais” na melodia
Que encantas e nos faz feliz
É nesse Brasil cheio de alegria
Que encontramos outros Brasis!
                                                                                                                (Autor: Alves, Osny de Souza.)

Caixa Eletronico





Tem gente que não percebe
Que é um incompetente,
Parece que recebe
Pra atormentar a gente!
Ficamos até por horas
Na fila destes bancos
Tem velhinho que até chora
Grávidas, idosos e mancos

Mas fico P da vida
Mas vai fazer o que!
Tem gente que me irrita
Parece que está no vídeo que
Fico me enervando
Guiando minha ira como um leme
E fico ali imaginando
O cara num vídeo game!

Não sei o que ficam fazendo
Em frente àquela máquina,
Estão rezando, esperando, torcendo!
Que saia o dinheiro por mágica!
E ficam ali enrolando
Um par de tempos,
Em um calor danado
Com um cara... Lento...

E a gente vai levando
A coisa desse jeito
Todo mundo acomodado
Todo mundo é amigo do peito
Queria ver se fosse noutro país
Onde todo mundo reclama
E se acaso se sente infeliz
Joga tudo por terra, tudo na lama!

É meio dia...
Sol escaldante
E um maluco lá no caixa fazendo firulinha
É irritante...
E um cara a minha frente com rezas e lamúria
E de repente perde a paciência,
Foi bem um dia de fúria
E agiu com negligencia
Tirou o cara lá de dentro
Com baitas safanões
Uma porrada na cabeça, bem ao centro
Parecia que o cara participava do clube dos anões.

Saiu de lá até meio atordoado
Um ato inoportuno
O povo teria que ser treinado
Ou ensinamentos desde a pré-escola pra cada aluno

CLAME QUE EU O OUVIREI...




É a mais bela heroína
Essa coisa toda de amor
Que põe lhe a prova ó menina
Avaliando tua dor!

No coração nós não mandamos
Ele ri, ele gosta, ele chora!
Nós choramos, rimos e amamos
Ele pede, ele manda, ele implora.

E nós gentilmente obedecemos
Em quem manda em nossa vida,
Cremos... Fazemos e acontecemos
De forma tão linda e destemida!

E é por isso que agora
Eu convoco o teu amor
Pois esta é a hora
De retribuir-me o teu amor

Você é o que mais almeja o meu eu
Clame por mim... E aparecerei...
Pense em meu nome ou num beijo meu!
E meu grande amor a você... Revelarei.

Dê uma chance à felicidade...
Pois nela tem meu nome!
Dê a você mesmo a oportunidade!
E disque o numero de meu telefone.

Com amor,
Maygle
(Por OSA)

SEREIA


Às margens da linda praia de Boracéia
O acariciar das ondas, da luz!
Traduzem em você, oh! Bela Sereia...
Não somente os teus lindos olhos azuis
Ah! Doce e gentil menina...
Abrilhanta meu olhar em teus olhos
Tua face angelical e divina,
Enche de amor a tantos sonhos!
O meu olhar vadio se expressa
De maneira brilhosa ao lhe ver
Exposta... Feita a mais linda condensa!
Só em trocarmos palavras dá-me imenso prazer!
Fico aqui a imaginar, teus dengos, teus gemidos...
Teus sussurros em prece ao nosso Deus!
Debruçados e jogados aos pés dos seus santos ouvidos
Feliz eu ficaria se tuas preces... Fossem por favores meus!
Se acaso você se indignar com as palavras desta poesia!
Perdão? Jamais eu pediria, pois a justiça, é que é cega!
Que não vê as pernas de Maria que nos dá tamanha harmonia
E minhas mãos, minha boca, minha caneta não se nega...
Em escrever tamanho alento
Pra uma deusa como esta
Minha recompensa é seu contentamento
Minha alegria é hoje a sua festa!

OLHOS AMENDOADOS


Ah! Menina de olhos amendoados...
Cabelos negros de petróleo
Riqueza almejada por namorados
Mas lhes escapa feito óleo.

Que tira trechos musicais
E nos deixa de certo a refletir,
 Com suas madeixas especiais
Prostrados temos que admitir

Sua inteligência nos impressiona
A todo dia, toda hora e a cada segundo,
Sua beleza tão graciosa nos impulsiona...
E continuamos neste flerte profundo!

É tão sensível, atraente e charmosa...
É gentil, meiga e adorável
Imagino-a com uma gargalhada gostosa!
Doce, sublime e amável.

Ah! Quem me dera
Ter você por musa a todo instante!
Escreveria sobre a beleza sincera
Encheria livros e transbordaria estantes!

Ah! Menina de olhos amendoados...
De cabelos jogados sobre os olhos,
Deixa seus seguidores apaixonados
E a viajarem por mil e um sonhos!

 (OSA)

3 KG



Não pareço um Tarzan
Estou barrigudo e velho
Acordo de manhã
E olho pro espelho
Só porque parei com o pebolim
Com o jogo de sinuca
Eu hoje estou assim
Acordo todo o dia tendo
Que matar um leão
Ao ir pra academia
Pois pareço um balão!
Sei que não é fanatismo
Levantar copo em bar
Mas esse sedentarismo
Está me fazendo engordar
Parece brincadeira
Mas to querendo uma trégua
Já to aqui nessa esteira
Há mais de 30 léguas!
A esteticista me disse
Pra eu parar com o doce
Achei que era tolice
E olha hoje a minha pose
Tô que não consigo tirar a camiseta
Tô querendo um corpo bem sarado
Olho pro espelho a silhueta
É de um formato arredondado
Ao levantar 3 quilos já não agüento
E o professor dizendo: vai, vai, vai!
Imagino uma mulher gemendo
E me dizendo: mais, mais, mais!
E só assim vou conseguindo
Eliminar essa barriga
Já perdi uns 30 quilos
Mas a mulherada diz: que nem liga!
A maldita da gordura
Está em nossa mente
O espelho nos empurra
A sermos bem mais exigentes!
Não ando sem camisa
Muito menos camiseta
Parece uma bata, que brisa!
Peguei raiva até de bicicleta!
Não posso com suplemento
Com medo de inchar
No dia de são João é um tormento
Ficam querendo me soltar!
Já me sinto referencia
Quando ando por aí
Amigo onde fica a farmácia?
Tá vendo aquela circunferência...
É ali!
Não tenho bulimia
É o contrário
Não jogo fora o que comia
Era apenas sedentário!
Mas malho pra caramba
Pra eliminar a caloria
Ontem dormi coma as pernas bambas
E hoje acordei na academia!

VALERIA...



Queria muito pegar você no colo
Beijar a sua boca... E lhe fazer um cafuné,
Cantar um rap charme estilo solo
E fazer-lhe cócegas da nuca a sola do pé!
Fazer de você princesa, minha donzela
E lhe proteger pra não mais temer...
Ser o seu soldado a sua sentinela!
Acariciar-lhe até ouvir você gemer.
Queria muito suprir sua carência
Completar o vazio do seu coração,
Fazê-la voltar no tempo na era da inocência
Sensibilizá-la numa múltipla emoção!
Deixá-la acordada a noite inteira
Com um pensamento puro e verdadeiro,
E quando se tratar de mim... Pensar mais de mil besteiras
E chorar de amor, grudada ao travesseiro!
À noitinha quando pegar o telefone
Desligá-lo ao ouvir a minha voz,
Assim que ouvir meu nome
E com carinho pensar em nós!
E o que mais... Deixe me ver, huummm...
Já sei temos o antídoto do amor!
Temos tanta coisa em comum...
E até o carro é da mesma cor!
Queria muito deslizar meus dedos
Sob a tua linda camiseta...
E desvendar os teus segredos
Ao vislumbrar a sua silhueta!
Ah Valeria menina, menina senhora!
Quero que responda ao olhar pra mim...
E diga-me então nesta mesma hora!
Oh meu amado Osny, minha resposta hoje é sim!

 (Autor: Alves, Osny de Souza.)