Compor é retratar o Alheio na forma escrita, é descrevê-lo com arte e graça. (OSA) Osny de Souza Alves
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quarta-feira, 19 de abril de 2017
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
segunda-feira, 25 de abril de 2016
AFINAL O QUE É CULTURA?
Dão se
mais valor aos que já
descansaram
Dessa vida hipócrita e absurda...
Enquanto vivos e sem fama nada valiam.
Hoje após seu
descanso,
São tidos
heróis cândidos da literatura!
São seguidos
e imitados por sua postura...
Qual postura? Eram pessoas normais como eu e você.
E hoje especiais é o que descrevem por aí....
Afinal o que é cultura?
Erudição,
sabedoria, estudo, sapiência,
Competência,
saber, instrução e
conhecimento.
É de dar
pena quando leio a frase:
- “Até que enfim um pouco de cultura”...
Pobre alma de total atraso, inscício, desinformado,
E uma bronquice de uma insciência bruta e inculta
Com desconhecimento da palavra em si...
E uma ignorância analfabetizada e de rudeza estupidez.
Leiguice.
Osny Alves
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
segunda-feira, 1 de junho de 2015
CARA METADE
Outro dia me
indagastes
O que afinal pra ti eu sou
Vês a peça onde o engate
Com jeitinho ali travou?
Sou a sua cara metade
És a terra eu sou o mar,
Sua banda de abacate
Tu és a rosa eu sou o ar!
Sou a brisa mais sublime
Prontamente a te tocar
A canção daquele filme
Que você gosta de sonhar.
Sou o desejo proibido
Que tu tens dentro de ti
Sou o beijo concebido
O assovio do bem-te-vi.
Sou a roupa que tu vestes
O coração preso em teu ser
Mãos que teu corpo despem
O canto do galo no alvorecer!
Sou o anjo que te acompanha
Em todos os teus caminhos
E a razão de que mais sonhas
Sou a mão dos teus carinhos.
Eis tua pergunta respondida
O que mais queres saber?
Mesmo vivendo tua vida
Nunca deixei de te dar prazer.
Osny Alves
O que afinal pra ti eu sou
Vês a peça onde o engate
Com jeitinho ali travou?
Sou a sua cara metade
És a terra eu sou o mar,
Sua banda de abacate
Tu és a rosa eu sou o ar!
Sou a brisa mais sublime
Prontamente a te tocar
A canção daquele filme
Que você gosta de sonhar.
Sou o desejo proibido
Que tu tens dentro de ti
Sou o beijo concebido
O assovio do bem-te-vi.
Sou a roupa que tu vestes
O coração preso em teu ser
Mãos que teu corpo despem
O canto do galo no alvorecer!
Sou o anjo que te acompanha
Em todos os teus caminhos
E a razão de que mais sonhas
Sou a mão dos teus carinhos.
Eis tua pergunta respondida
O que mais queres saber?
Mesmo vivendo tua vida
Nunca deixei de te dar prazer.
Osny Alves
sexta-feira, 24 de abril de 2015
POR VOCÊ
Meu Filho (a) não se desespere...
Um milagre pra você já preparei,
Creia! Acredite, e tranquilamente
espere...
Pois
ao teu lado sempre estarei!
Mesmo nesta hora que te aflige
Andei sobre o mar... Curei milhares,
Enquanto outros curados ainda fingem
Que não existo, que foi o acaso, foram os ares...
Mas para quem crê
Sei que me vê
E estou aqui
Por você...
Osny Alves
sábado, 14 de março de 2015
quinta-feira, 12 de março de 2015
Homenagem a minha mãezinha querida
FLORIANA
Ah minha florzinha querida
Que encantou a minha vida
E floriu o meu jardim!
Fora guerreira amazona
Lutara contra teu coma
Até a derradeira chegada do fim!
E fico eu aqui nesta hora
O meu rosto já embolora
Com as lágrimas que deixo aqui.
Minha tristeza hoje me alcança
E sinto-me de novo criança
Cheio de saudades de ti.
Ah minha flor mais querida
Que os amores de tua face bendita
Perdurem em minha mente por fim.
Quem perdeu uma mãe sabe
Dores de sentimento aqui não cabe
Neste meu coração carmesim.
Vai descansa agora tua luta
E toda a sua dor e labuta
Mas espera-me.
Chegarei também neste fim.
Osny Alves
domingo, 22 de fevereiro de 2015
FRIEZA
Respiramos a dor
Num frio corredor de hospital,
Um lugar onde não há cor
E onde o ser humano é igual!
Aqui gemidos são constantes
Onde o choro na emergência,
Vem dos acompanhantes
Vendo descaso e negligência!
Vemos as macas lotadas
“UTIs”, camas, quartos e leitos,
E mulheres atormentadas
Lutando por seus direitos!
A frieza dos cuidadores
Gela o peito e esquenta a alma,
Os vemos quais opressores
Mas a saída é só termos calma...
A paciência com que escrevo
É de fora de um tabuleiro
Relato tudo o que percebo
No mundo hospitalar brasileiro.
Mas o frio que os acompanha
Gela o ser e os definha,
Quase mata o sonho de quem sonha
Fere-nos e nos esquadrinha.
E creio que frieza é preciso...
Para trabalhar estando nesse meio,
Mas as vezes creio que falta um sorriso
Para aquecer o coração alheio.
Osny Alves
sábado, 21 de fevereiro de 2015
APRISIONADO NA NOITE
Ah
quem me dera
Se
as noites fossem menores,
Diminuiria
a minha espera
E
os meus sonos seriam melhores...
Os
meus sonhos teriam sentido
Pois
não seria um filme cortado,
E
eu não ouviria aquele estampido
Que
o silêncio faz ao estar acordado!
Não
passaria tanto tempo sozinho
E
estaria ainda mais ocupado
Não
me sentiria preso em meu ninho
Como
um zumbi indo quarto por quarto!
Eu
só não quero vagar pela noite
Como
um fantasma sem rumo ou destino...
Esse
castigo é pior que um açoite
Que
recebo desde que era menino.
Osny
Alves
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Moda Sensual
Um par de salto altos
Ela passa pilotando,
Na região dos Lagos
Saia curta rebolando!
Pernas desenhadas
Ou esculpidas a mão
Sequer dá uma olhada
Esse gesto é um Não!
Mexe, remexe e rebola
Enrijece, empina os glúteos
Ela volta e não dá bola
Somos apenas meros números!
Seus cabelos são como as ondas
Que batem nas costas desse mar
Ela se desfaz das outras
E faz todos em seu balanço navegar.
O batom vermelho que ela usa
Pode até escandalizar
Vejam que até a sua blusa
Pode nos fazer apaixonar!
Suas coxas bem torneadas
Parece que é de academia
Nossa que menina idolatrada
Deixa as outras em hipotermia.
A saia bem acima do
joelho
Seja ela rodada ou tubinho
E aquele batom vermelho
É de nos dar um calafrio!
O seu corpinho cinturado
Em formosura lá no alto
Ele me deixa encantado
Com o tamanho desse salto!
Eu olho atentamente
Não deixo nada passar,
Já que é tão apaixonante
O seu modo de andar!
A maneira que escolhe
Cada peça ali usada
Deixa o meu corpo mole
E a mente até lesada!
Percebo que o sapato
Nessa hora influencia
Fica linda sim, de fato!
Penso que eu a merecia!
Já que não ganhei na Loto
E nem sou um milionário,
É quando eu mesmo noto
Só a tenho no mundo literário!
Osny Alves
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Soldado do Amor
Acordei após sonhar que tinha morrido
Tristeza e alegria se misturaram a minha dor
O dia estava triste, mas o lugar Flórido
A garoa que caia se despedia do autor.
O sol meio acanhado veio dar o seu adeus,
E a brisa em revolta se mostrou em tempestade
Enegreceu-se então o dia e com ele até os céus
Mas tudo se acalmou quando chegou a piedade...
O sol voltou a brilhar de um jeito divino
E a brisa nos trouxe pétalas de flor
O céu azul veio se despedir daquele menino
Que em muitos anos lhe ajudou a compor.
Nunca houve despedida mais triste
Porém linda por se tratar de tanta cor
Até o Arco-íris do jeito dele nos disse
Que na batalha da vida caiu mais um
Tristeza e alegria se misturaram a minha dor
O dia estava triste, mas o lugar Flórido
A garoa que caia se despedia do autor.
O sol meio acanhado veio dar o seu adeus,
E a brisa em revolta se mostrou em tempestade
Enegreceu-se então o dia e com ele até os céus
Mas tudo se acalmou quando chegou a piedade...
O sol voltou a brilhar de um jeito divino
E a brisa nos trouxe pétalas de flor
O céu azul veio se despedir daquele menino
Que em muitos anos lhe ajudou a compor.
Nunca houve despedida mais triste
Porém linda por se tratar de tanta cor
Até o Arco-íris do jeito dele nos disse
Que na batalha da vida caiu mais um
Soldado do amor.
Osny Alves
Osny Alves
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
BOM DIA!
Como
é gostoso acordar de manhã
Ver
logo cedo o dia sorrindo
Sentir
o cheiro da flor de Romã
E no
horizonte um sol tão lindo!
Amarelo
ouro pintado no céu
Como
a fragrância que o dia emana
Uma
obra de arte que vale um troféu
É uma
doce loucura sã e insana!
Esse
vernissage que agora eu olho
Com raios
de tinta pintadas a mão
Nas
telas do tempo com tintas a óleo
Chamem
os amigos a mãe e o irmão!
O sol
deixa no céu um beijo enorme
E dá
outro beijo ao se despedir
Não
antes ver se está nos conformes
E se
a sua aparição nos fez refletir!
Osny
Alves
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Hoje Entendi Um Pouco Mais A Mulher!
As vezes é como ver a mulher
Ao abrir o Seu guarda-Roupa
Ela Procura ali, mas nada quer
Nada Que lhe dê Água na Boca!
Eu Fico olhando minhas Coleções
Que São Mais de mil retratos
São Tao Cheias de Emoções
Tais quais as roupas no quarto!
Procuro tanto e não encontro
Nada a tocar a alma na essência
Nessa Hora Não Quero um Ombro
Só a imagem em eficiência!
E Lembro da Mulher em nudez
A Olhar milhares de vestes
Ali parada em completa mudez
Mas nada, nada lhe apetece!
Ela Olha por algum tempo
Fitando PEÇA POR PEÇA
Sentir o Tcham do momento
Quieta Como se Fosse uma reza.
De Repente pergunta pra Mim ...
Qual dos Dois Quer Que ela ponha
Ela não espera apenas um sim
Mas a empolgação que ela sonha.
Desapontada volta pro quarto
E ela retorna pouco depois
Vestida diferente de Fato
E sem colocar Nenhum dos Dois.
E é o mesmo que eu passo
Ao escolher uma figura
Sinto muito, mas eu não faço
E hoje nem acho dela que é frescura!
Mas na imagem tem que ter aquela coisa
De olhar pra ela e ela pra mim...
São como os momentos da rosa
Do desabrochar no Jardim!
Um momento único e perfeito
Tal qual o de uma explosão
Aquela taquicardia no Peito
A festa Que Traz o rojão!
Fitando PEÇA POR PEÇA
Sentir o Tcham do momento
Quieta Como se Fosse uma reza.
De Repente pergunta pra Mim ...
Qual dos Dois Quer Que ela ponha
Ela não espera apenas um sim
Mas a empolgação que ela sonha.
Desapontada volta pro quarto
E ela retorna pouco depois
Vestida diferente de Fato
E sem colocar Nenhum dos Dois.
E é o mesmo que eu passo
Ao escolher uma figura
Sinto muito, mas eu não faço
E hoje nem acho dela que é frescura!
Mas na imagem tem que ter aquela coisa
De olhar pra ela e ela pra mim...
São como os momentos da rosa
Do desabrochar no Jardim!
Um momento único e perfeito
Tal qual o de uma explosão
Aquela taquicardia no Peito
A festa Que Traz o rojão!
Então eu saio a procurar
Entendo hum pouco Mais uma Mulher
Que não adianta você ter e usar
Aquilo que realmente não quer!
Osny Alvessábado, 16 de agosto de 2014
De que é feito um poeta?
Poetas e poetisas
São feitos de gente
Que se sensibilizam
Com o eu realmente!
E o mesmo no outro
Sendo a paz ou a dor
Tem sempre o ombro
Em frases de amor!
Eles são tão normais
E estão entre nós
Com empregos iguais
Timbre rostos e voz!
São nascidos de gente
Uns têm medo do breu
Não são diferentes
Tal qual você ou eu!
Existem os feios
E os belos também
Ambos procuram os meios
De verem sempre além!
Não são encantados
Nem duendes ou fadas
Nem seres fadados
Com a missão das palavras.
Eles são gente da gente
Vestidos de timidez
As vezes tão semelhantes
Mas iguais na nudez!
São feitos de gente
Que se sensibilizam
Com o eu realmente!
E o mesmo no outro
Sendo a paz ou a dor
Tem sempre o ombro
Em frases de amor!
Eles são tão normais
E estão entre nós
Com empregos iguais
Timbre rostos e voz!
São nascidos de gente
Uns têm medo do breu
Não são diferentes
Tal qual você ou eu!
Existem os feios
E os belos também
Ambos procuram os meios
De verem sempre além!
Não são encantados
Nem duendes ou fadas
Nem seres fadados
Com a missão das palavras.
Eles são gente da gente
Vestidos de timidez
As vezes tão semelhantes
Mas iguais na nudez!
Amigo então não se assuste
E nem fique tão espantado
Nem faça qualquer embuste
Se um desse sentar ao teu lado!
Comem jiló batata e quiabo
Veem o que não vê os olhos teus
Uns dizem que são do Diabo!
Outros... Que são anjos de Deus!
Veem o que não vê os olhos teus
Uns dizem que são do Diabo!
Outros... Que são anjos de Deus!
Osny Alves
sábado, 2 de agosto de 2014
Sorrir Com Os Olhos
Como amo
essa coisa de rir com os olhos
E
sorrir com esse sorriso que é da gente!
De transformar
realidade daqueles sonhos
Que de
repente sonhamos tão simplesmente!
Lindo é
ver as covinhas que chamam de rugas
Mas que
são nulas ao contemplar desse jeito!
Só por
ver esse riso que faz parte das fugas
E fugimos
de nós que moramos dentro do peito!
Mas
belo é poder sorrir com o canto da boca
Quase a
ler pensamentos que borbulham ali
Rir é
um sentimento que exercitando sufoca
A dor
que desemboca e desencadeia o sofrer!
Ao me
dizer eu te amo sem uma palavra pronunciar!
E olhando
em teus olhos fico eu mesmo a refletir
Feito essência
de fragrância cheirosa a exalar
Amo aquela
risada gostosa que faz a alma fluir
Osny
Alves
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Regados de Amor
Eu te chamo de benzinho
Tu me chamas de paixão
Eu te faço um carinho
Proporcionas me emoção.
Tu me chamas de amorzinho
E eu te passo meu calor
Tu fazes um mimozinho
E me juras teu amor.
Tu me dás muito prazer
E fazes devagarzinho
Tu me fazes enlouquecer
Com todo o teu jeitinho.
Viajo num instante
E a viagem é um delírio
Teu sorriso é cativante
E com o teu olhar eu piro.
Sacia o meu desejo
Tua boca em minha boca
Tu matas me beijo a beijo
Em meu delírio te deixo louca.
Ouço seus gemidos
Em um dueto com os meus
Sussurro em teus ouvidos
E tu sussurras... Ó Meu Deus!
Tu mandas mil beijinhos
Sacia minha vontade
Com todo o teu denguinho
Tu me fazes sentir saudade.
Tu me deixas enlouquecer
Sonhar se possível até acordado
Somente o teu prazer
Fazes-me sentir-me apaixonado.
Tu fazes um papozinho
E tu a chamas de emoção
Tu me juras o teu carinho
E ainda me cantas uma canção.
Diz que sou bobinho
Usa das mais puras artimanhas
Tu balanças meu coraçãozinho
E também tu o assanhas!
Juras o teu amor
Em troca de um carinho
Tu me aqueces em teu calor
Tu me fazes amar os teus olhinhos
E sinto que teu olhar
Fazes sentir-me aliviado
Pra sempre juro que vou te amar
E sentir-me apaixonado.
Osny Alves
terça-feira, 15 de julho de 2014
PÓSTUMAS
Morri sem ter a
vida que sonhei
Sem ter aquela que já desejei
Sem ter tocado a boca que não mais desejo
E muito tempo vivi carente desse beijo.
Não fui o vitorioso que eu desenhei
Nem nunca fui um cara que desdenhei
Sempre estive à frente do meu tempo
Talvez por isso a falta de reconhecimento...
Tudo que fiz foi fadado ao fracasso
Vinha mesmo antes de dar o passo
desmotivado motivei aos outros
Precisei mas estavam ocupados aqueles ombros...
Depreciado vivi em depressão
Sem que notassem ou terem noção
Pois vivem apressados nesse corre-corre
E sequer ligam pra quem vive ou morre...
Vivi uma vida inútil e sem perspectiva
Dando vida à morte que estava viva
Sendo contagiado pela triste sorte
Fui contemplado pela mesma morte.
E agora eu me vejo rodeado de falsas carpideiras
E a chama se apagou nas horas derradeiras
E serei guardado em gaveta esculpida de chão
E nada levei, nem fracasso, dor, sequer paixão!
Mas deixo aqui a dor momentânea
De uma separação instantânea
Pois essa falsa despedida
É o que tenta impor a vida.
Osny Alves
Sem ter tocado a boca que não mais desejo
E muito tempo vivi carente desse beijo.
Não fui o vitorioso que eu desenhei
Nem nunca fui um cara que desdenhei
Sempre estive à frente do meu tempo
Talvez por isso a falta de reconhecimento...
Tudo que fiz foi fadado ao fracasso
Vinha mesmo antes de dar o passo
desmotivado motivei aos outros
Precisei mas estavam ocupados aqueles ombros...
Depreciado vivi em depressão
Sem que notassem ou terem noção
Pois vivem apressados nesse corre-corre
E sequer ligam pra quem vive ou morre...
Vivi uma vida inútil e sem perspectiva
Dando vida à morte que estava viva
Sendo contagiado pela triste sorte
Fui contemplado pela mesma morte.
E agora eu me vejo rodeado de falsas carpideiras
E a chama se apagou nas horas derradeiras
E serei guardado em gaveta esculpida de chão
E nada levei, nem fracasso, dor, sequer paixão!
Mas deixo aqui a dor momentânea
De uma separação instantânea
Pois essa falsa despedida
É o que tenta impor a vida.
Osny Alves
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Dizem Que Sou Doce
Sempre dizem que
tenho mel
Que me untaram com pó
doce
Quando me têm as
levo ao céu
Nem sequer preciso
de bronze!
Dizem que formigas e
abelhas
Eu as atraio desde
que nasci!
Meu nome surgiu das
estrelas?
Se disser que sim eu
menti.
Quando estou fora
que chego
Começam a se
esfregar em mim
Dizem que eu sou o
aconchego
E das flores eu sou
o jardim!
Dizem que tenho
cheiro de cravo
Escravo do amor sei
que sou dele
Já me chamaram de açúcar
mascavo
E dizem que as deixo
à flor da pele!
Também dizem que sou
convencido
De ter esse doce que
eu tenho,
Mas eu fico meio
envaidecido
E desse doce mesmo
eu não creio!
Eu sou normal como
qualquer pessoa
Sou até antipático por
timidez
Mas o povo leva isso
na boa
Após me conhecerem
da terceira vez!
Osny Alves
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Neste mundo de ignorância Onde lutam bravamente Onde o amor não tem distância E o fazem alegremente! Os guerreiros educadores Põe o seu ego ...








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