O LISBOETA


Em homenagem ao Lisboeta
E ao que vivia em Atenas...
 A razão de eu ser poeta
Não é assim simples apenas!
Pois as pessoas que procuram
O alivio para a sua dor...
São as mesmas que se curam
Ao degustarem letras de dulçor!
Como a sopa de letrinhas
Que matavam a nossa fome,
Estas letras não são minhas
É difícil quem as dome!
Como a palavra unívoca
Há quem saiba o significado
Mas os poetas daquela época
Que tinham penas por teclado...
Trabalhava como doutor
Pois era extenso o vocabulário
Na medicina do amor
Com valor extraordinário.
E assim nós vamos indo
De uma forma simples e boa
Os mesmos passos seguindo
De Fernando Pessoa!

E até hoje é um assombro
Esses dons de um lisboeta
Já que sempre tem um ombro
Na ponta de uma caneta!
Na pena dourada de outrora
Ou agua ardente no meio da caneca
É ali que a solidão chora
Mas se conforta nas letras do poeta!

By Osny

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